O que você queria ser quando crescesse?

Agora me conte!

Quando você era criança, o que você queria ser quando crescesse?? Ou até mais velhinha...
Vamos à minha lista, tentarei uma ordem cronológica, ok?

- Trapezista: The first one! Sempre quis pular no ar e fazer aquelas estripulias.

- Astronauta: Que criança não gostava de olhar as estrelas e se imaginar lá em cima.

- Jornalista: lembro quando ganhei do meu avô o Meu Primeiro Gradiente (sim, eu sou da década de 80), e entrevistava todo mundo! Odiava o barulho da minha inspiração quando começava a falar, então todas as entevistas começavam com uma grande inspiração (!!!). Daí em diante já era! Resolvi que queria ser mesmo jornalista. E isso durou até, acredito eu, o 2º ano de faculdade.


Aí uma pausa. No meio do caminho a gente pensa mil coisas. Pensei em ser advogada e prender um monte de gente, em ser presidente da república e mandar no país (#tofora), em ser psicóloga (que garota adolescente não pensou em psicologia? rs), jogadora de volei, terapeuta ocupacional (quando li Feliz Ano Velho), ortopedista (quando quebrei o joelho) e por aí vai.
E não sei quem foi o infeliz que decidiu que nós, pobres adolescentes (!!!), em meio às suas confusões mentais e hormonais, típicas da idade, precisam resolver, aos 16/17 anos, que profissão vão ter. Queria muito que meu pai tivesse me ouvido e me deixado trabalhar um ano. Fazer qualquer coisa. Ser empacotadora de supermercado. Qualquer coisa!!!

- Analista de Sistemas: Tudo bem, aí eu tinha resolvido, no primeiro semestre de 2000, a fazer Ciências da Computação e viver de computador! Pronto! A vida tava resolvida e hoje eu estaria ganhando 5 ou 6 vezes mais do que ganho hoje. Mas será que estaria feliz? rs!



 - Turismóloga: Aí, pra estragar tudo, vem duas amigas minhas que iam fazer a maldita faculdade de Turismo e eu achei que devia ser a coisa mais legal do mundo. E fiz. E foram 4 anos. 


Pausa novamente. Em pouquíssimo tempo eu descobri que turismo não era a coisa mais legal do mundo, e que eu teria que fazer uma nova faculdade. E aí o que resolvi: claro, análise de sistemas jornalismo! 
Mas aí sacumé, né? Resolvi casar, vim pro Rio de Janeiro e as coisas esfriaram. Esfriaram por um ano. Resolvi voltar pro plano de fazer uma segunda graduação. 
Mas pensei que jornalismo teria o mesmo mal do turismo que eu tanto odiava: trabalhar de domingo a domingo e viver de freelance. Ok, não é 100% verdade, mas você sempre corre esse risco! 
Aí pensei muito em análise de sistemas, mas pensei muito mesmo e resolvi que queria mesmo era mexer com mato.

E hoje faço faculdade de Engenharia Ambiental. Vocação? Não sei, será? Dom pros números eu tenho. Mas é só dom, não gosto não.


Vocação eu desconfio que sei qual é, mas depois eu falo disso, vamos colocar dinheiro no bolso como engenheira primeiro, né?

E vocês?

Bjim






* Maridón é analista de sistemas e acha que eu seria ótima nessa área...

7 comentários:

O Burro que chora disse...

Temos cada sonho...
E as vezes acabamos trabalhando com algo que não esperavamos...
felicidades

Dani Coelho disse...

Clara, quando eu era criança meu sonho era ser bancária, devia ser por sempre estar com dinheiro, maldita ilusão, rs.
Beijos!

Kel Coelho disse...

Poxa! fiquei pensando na minha história aqui... eu ia contar aqui nos coments mas ia acabar virando um post dentro do seu blog heheheh Qualquer dia faço isso lá no http://beingkel.blogspot.com, gostei! :)
Fiquei curiosíssima pra saber qual vocação você desconfia que é a sua... conta! conta! conta!

Iris disse...

Eu passei minha vida inteira achando que ia ser veterinária, até que descobri que eu gosto é do bicho e não da MEDICINA veterinária...
E claro que nos meus mais loucos devaneios, eu achava que um dia um olheiro ia me descobrir e eu ia jogar basquete na seleção brasileira, risos...

Ana Maria disse...

Que legais as suas! Você era uma criança bem informada. Na infância eu nem sabia que existia engenharia ambiental e faculdade de Turismo.

Eu queria ser professora ou patinadora e também gostava de astronomia. Atualmente, com Internet, acredito que as crianças tenham muito mais contato real com as profissões.

Jaqueline disse...

Legal essa suas mudanças... e que mudanças!!! Eu queria ser professora, mas a minha mãe me convenceu que ia morrer de fome e quis fazer Jornalismo. Depois eu descobri que jornalista tinha que trabalhar finais de semana e desisiti. Queria trabalhar em escritório, de seg a sex em horário comercial e viajar nos feriados prolongados...hehehe. Fiz Arquivologia e sou feliz. Poderia ter feito Direito pra exercitar meu poder de argumentação e persuasão, ou moda... sempre quis fabricar minhas próprias roupas e ter a minha grife, mas isso é projeto pessoal e não profissional. Que você seja muito feliz com a sua escolha. E que ganhe muito $$$$. Bjs!!!

Ah, lá em casa! disse...

Nem fala. Eu queria ser milhares de coisas e só desisti do jornalismo porque não passei na Federal... Depois fiz Letras e hj to fazendo o projeto pro meu doutorado. Será que gostei?? Beijo, Marina.

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