Beto Carrerro - Post 1 de 2

Oioi!

Neste Carnaval, passei dois dias no Beto Carrerro World.
Aqui eu vou contar como fizemos, e dar outras ideias também.

Para que vocês entendam nosso perfil e tudo o que fizemos, estamos na faixa dos 30 anos e não temos filhos.

O Beto Carrerro World fica numa cidadezinha catarinense chamada Penha. É uma cidade litorânea, com umas praias bem gostosas, mas bem pequena mesmo.
Moramos no Rio de Janeiro e pegaríamos o avião para Florianópolis, só que a passagem estava muito cara, e aí fomos por Curitiba (que fica a 3:30h), para pagar mais ou menos 100 pratas por trecho (e aí alugamos um carro). Mas aí a besta quadrada aqui percebeu que tinha esquecido do aeroporto de Navegantes, uma cidade bem pertinho de Penha, e o aeroporto fica a apenas 8km do parque.

Se você for fazer um pacote turístico, provavelmente ficará hospedado em Balneário Camboriú, que fica a uns 30 minutos do parque. Se fizer tudo por conta própria, como nós, sugiro que fique em Penha mesmo. Tem menos coisa pra fazer, fora o parque, mas é bem menos cansativo. Ao redor do parque tem dezenas de hotéis. Ficamos em um a 400m da entrada do parque, ou seja, deu pra ir andando e nada de gastar com estacionamento (que custa R$ 30,00 por dia). Do hotel dava pra ver o parque e vice-versa. ;)

(o hotel, visto de dentro do parque)

Somos um poço de ansiedade, e dias antes já estávamos mapeando o site do parque, vendo os brinquedos que mais queríamos ir, para ver nossas estratégicas pra não perder tempo.

(entrada do parque: Castelo das Nações)

O parque abre às 08:30, mais ou menos, mas os brinquedos só abrem às 9h. Chegamos lá bem cedo, por volta das 08:30 mesmo e seguimos a dica que tivemos quando fomos ao Hopi-Hari: quando entrar no parque, vá primeiro para o brinquedo que você mais quer ir. Ou para o brinquedo mais bombado e famoso do parque, porque é o mais vai encher mais rápido.

Mas antes pegue um mapa do parque, e um folheto com os horários dos shows e locais e horários onde os personagens da DreamWorks aparecem.

No parque você pode entrar com mochila e tudo que você quiser dentro, especialmente água e comida. No primeiro dia gastamos R$ 4,00 por garrafa de água de 500ml lá dentro, e foram muitas, por o dia foi bem quente.

Nós escolhemos a FireWhip, que é a super montanha-russa, que tem trilhos em cima das cadeiras e a gente fica com as perninhas soltiiiiiinhas! Entramos no parque, mas fomos bloqueados por uma corda no meio do percurso até a montanha-russa, que só foi aberta às 9h. Quase saímos correndo pra fila. Chegando no brinquedo, vi um super ponto positivo: o carrinho é testado duas ou três vezes por todo o percurso sem ninguém, só depois que as pessoas entram. Eu não sou neurótica com segurança, mas em todos os brinquedos que eu entrei, quando a trava de segurança foi fechada sobre o meu peito, eu forcei no sentido contrário, pra ver se estava bem preso ou se tinha alguma chance de soltar. Nada. E a FireWhip é sensacional!!


Na saída de todos os brinquedos, especialmente os radicais, você passa por um cubículo onde pode uma imagem ou video com sua cara de desespero. Aí dá pra comprar todo tipo de souvenier com a foto: DVD (compramos da FireWhip), fotos, canecas com sua foto e por aí vai.

Daí seguimos para outros brinquedos, até lá pra umas 11:40 resolvemos almoçar. O parque tem diversos lugares pra comer. Nós almoçamos um trio de sanduíche, refrigerante e batata-frita. Pagamos R$ 23,00. Mas há uma praça de alimentação enorme, no centro do parque, com todo tipo de comida. Pizza, cachorro-quente, massas, japonesa, e restaurante com rodízios de carne ou pratos à la carne ou buffet. Considerando que moro em uma das cidades mais caras do país, não achei os preços muito fora do que estamos acostumados aqui no Rio.

À tarde começam os shows e nós aproveitamos o almoço para fazer nossa programação. O primeiro show que veríamos seria o Madagascar, que é às 13h. Umas 12:30 já fomos pra fila. Aproveitamos pra descansar. O local da fila é protegido do sol, então sentamos no chão mesmo e ficamos ali olhando coisas no celular, jogando e batendo papo. Se você tem crianças, sugiro que leve distrações para os momentos de fila. Logo em seguida começaram a chamar para entrar, pegamos um lugar ótimo (uma fila acima dos preferenciais), e o show foi pontual.


Isso é um ponto forte, que ajuda qualquer programação: tudo começa no horário. Chamam pra entrar antes, para que quando o show começar, todos estejam acomodados.

De lá, fomos para o show de carros, que é inspirado pela franquia Velozes&Furiosos, e tivemos um showzaço de velocidade, drifts, cavalos de pau, cantadas de pneu e muito mais! Carros, motos e até um caminhão! Todo o ambiente é totalmente seguro, tanto pros motoristas como pros expectadores. E se você tiver coragem e sorte, pode ser sorteado para pegar uma carona um dos carros!!


Daí a tarde seguiu entre shows, filas, personagens e brinquedos. Não achei as filas muito grandes, acho que só em um brinquedo fiquei mais tempo.


O último show é o show que o Beto Carrerro fazia, uma historinha do Velho Oeste. Saímos do parque um pouco mais das 19h, exaustos e felizes.

No próximo post falarei do segundo dia e darei mais dicas!

:*

Um comentário:

Fernanda Reali disse...

Ah, essas quianças passeadeiras! Ameeei! Da próxima, tu levaso Guga pra mim! Beijoooo

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